11 de jun. de 2008

AULA PRESENCIAL DA INTERDISCIPLINA DE REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELAS CIÊNCIAS NATURAIS E PELOS ESTUDOS SOCIAIS

A aula presencial do dia 05 de junho abordou muitas questões pertinentes ao entendimento de metodologias que podem ser adotadas por nós professores, em nossas salas de aula. Ambas as disciplinas explicitaram o quanto é possível e significante utilizar músicas para trabalhar diversos conceitos das mais distintas áreas.
Também foi abordada a idéia de trabalhar com recortes do que está integrado com a vida, não sendo necessário abordar conteúdos, passo a passo. Pode-se através do trabalho com recortes, explorar de tal forma a abranger outros assuntos, conceitos e conteúdos, fazendo relações das mais distintas possíveis e necessárias.
Alertou-se a respeito do quanto devemos ser curiosos e “desconfiados”, não devemos ter como verdades absolutas tudo o que lemos ou ouvimos, pelo fato de se tratar de cientistas ou escritores “conceituados”, devemos mesmo assim, questionar, duvidar, testar, enfim, manter olhos e ouvidos sempre atentos. É o caso do texto “O sol que cura, o sol que mata”, pois este desmistifica toda questão exposta pela mídia e pelos estudos científicos destorcidos quanto à veracidade das informações e intenções por trás do que se refere ao sol e suas propriedades.
O trabalho da Interdisciplina de Representação do Mundo pelas Ciências Naturais, com o enfoque Ciclos da Natureza, teve uma relação com outro do semestre passado, Por que você houve tanta porcaria?, da Interdisciplina de Música, onde ambas levantaram as intencionalidades por traz das informações que chegam até nós.
Foi mais uma vez, uma aula mito especial e de grande valia para mim.
Os professores Nilton e Marcelo são apaixonantes, pela simplicidade perante tanto conhecimento e sabedoria, sendo espelhos para mim!

1 de jun. de 2008

Interdisciplinas

Está sendo interessante trabalhar com a forma que as interdisciplinas foram organizadas. Através dos estudos propostos por estas fez-se possível compreender com clareza o conceito de interdisciplinaridade. Espaço e tempo estão sendo contemplados nas disciplinas de Representação do mundo pelas Ciências Naturais, pela Matemática e pelos Estudos sociais, exercitando nosso olhar ao quanto é possível propiciar práticas mais contextualizadas aos nossos alunos.
Abre, no entanto, nossa visão para que compreendemos que basta direcionarmos os temas estudados para que contemplem diversas disciplinas.
Esta “organização interdisciplinar” fez com que os estudos e os trabalhos tenham mais consistência e significância.

“... ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou sua construção. Quem ensina aprende ao ensinar, quem aprende ensina ao aprender.” Paulo Freire

Estou de fato aprendendo muito com esta licenciatura.

18 de mai. de 2008

Aula presencial SI IV 15 de maio

Estou a um considerado período sem realizar postagens em função de inúmeras atribuições que venho assumindo na escola em que trabalho e principalmente fora dela, como por exemplo, o curso de alfabetização oferecido pela prefeitura municipal entre outras.
Estou lendo as normas da ABNT 2007 para entender melhor como realizar trabalhos acadêmicos e principalmente fazer citações de forma adequada. Além das leituras obrigatórias das interdisciplinas deste semestre, estou lendo o livro O DESEJO DE ENSINAR E A ARTE DE APRENDER, de Rubem Alves.
Este livro trata de muitas reflexões, crônica sobre educação, e em síntese fala sobre Perguntas de criança.
Neste sentido, faço um gancho da aula presencial da interdisciplina de Seminário Integrador IV, que envolveu o trabalho a partir das perguntas das crianças e a necessidade de oferecermos estes momentos com o conteúdo que este livro vem acrescentar.
Chamou-me muita atenção uma fala de Rubem Alves, que diz: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que não quer aprender...”. (2004, p.12).
A aula desenvolveu-se encima do quanto é importante trabalhar com aquilo que o aluno demonstra interesse e ou curiosidade em aprender, através de suas perguntas.
O livro também traz o relato de uma garotinha cheia de perguntas, estas grandes reveladoras de sua vontade de aprender, onde ainda o autor fala que através da escolaridade, as crianças costumam desaprender a perguntar e perdem o interesse pelas aprendizagens oferecidas pela escola.
Esta referência tem como base o escrito de Rubem Alves:

Fiquei a imaginar o que vai acontecer com a Dinéia quando, na escola, os seus
olhinhos curiosos forem subtraídos do fascínio das coisas do mundo que o cerca,
e forem obrigados a seguir aquilo a que os programas obrigam. Será possível
aprender sem que os olhos estejam fascinados pelo objeto misterioso que
os desafia?(2004,p.11).

Há uma série de outras relações que encontrei entre a aula presencial da interdisciplina e o livro citado, que breve estarei postando.

17 de abr. de 2008

Plano Individual de Estudos

1. Objetivo: Aprender a teorizar minhas postagens no portfólio de aprendizagens, assim como em outros trabalhos, fazendo citações de forma correta / adequada.
2. Recursos: Pesquisa, leitura de textos indicados pelas interdisciplinas, além de textos que trarei e consulta as normas da ABNT.
3. Prazo: pretendo atingir este objetivo no prazo de três meses.
4. Evidências: Desde o início do curso trago algumas dúvidas quanto a maneira de se fazer citações e trabalhos teoricamente, de forma correta. Neste semestre, recebi um comentário de um tutor no portfólio de aprendizagem (Blog) sugerindo que eu realizasse minhas postagens com mais embasamento teórico, pois isto contribuirá nos meus trabalhos posteriores, principalmente, o de conclusão (TCC). Entretanto, este comentário instigou-me a buscar novas aprendizagens, realizando leituras indispensáveis a superação desta dificuldade, bem como as normas da ABNT. Sei que adquiro teorias nas leituras que realizo, mas o meu maior obstáculo está na forma de citá-las, pois desconheço as normas. Este será meu novo desafio!

Tics

O trabalho realizado na interdisciplina de Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação é uma proposta pertinente para nós professores, inseridos nesta tecnologia tão presente em nossas vidas.
Precisamos acrescentar e muito nossos conhecimentos sobre tecnologias da informação, ferramenta que pode nos auxiliar e muito na área da educação.
A linha do tempo, tarefa sugerida pela interdisciplina foi de fato desafiadora pois exige um pouco de conhecimento sobre o ambiente e domínio básico da língua inglesa.
Foi através desta experiência que percebi a necessidade de aprender inglês, vou correr atrás deste conhecimento, pois é uma realidade, preciso dominar esta língua para facilitar minhas aprendizagens nos mais diversos softwares.
Este é o meu novo desafio aprender mesmo que basicamente a língua inglesa.
Conhecimento faz falta!

16 de abr. de 2008

Compartilhar é importante

Através do pedido de alguns colegas de compartilharmos os conhecimentos do curso, onde desde o 1º semestre, eu costumo falar sobre o que estamos aprendendo, divido textos, atividades, enfim, e amadurecendo esta idéia criei uma alternativa.
Na Biblioteca da escola foi exposta uma caixa de papelão identificada, onde coloco os textos e as atividades sugeridas pelo curso, na forma impressa, para que os professores possam contar com mais este material de apoio.
Penso que será útil e proveitoso para todos!

15 de abr. de 2008

Trabalhando com a Representação do Mundo pelas Ciências Naturais

Apliquei com os alunos a atividade 1 da interdisciplina de Ciências, que sugeria o desenho de diversos nomes que representam parte do mundo a nossa volta.
Esta atividade despertou curiosidades diversas nos alunos, onde as palavras que desconheciam seu significado, ou sua representação “figurativa” foram alvo de muitas perguntas e interesse. Também serviu para sabermos o que a criança tem como conhecimento prévio, para a partir daí, podermos introduzir o trabalho com ciências não só nas séries iniciais, pois percebemos que pode ser trabalhado com diversas séries. Houve o interesse das colegas em aplicar esta atividade nas suas turmas, e gostaram do resultado.
Surgiu então o interesse por parte dos colegas para que eu compartilhe as atividades sugeridas no curso!!!

14 de abr. de 2008

Na prática com a Matemática

Na semana passada, realizei algumas práticas em sala de aula com atividades sugeridas pela interdisciplina de matemática.
Levei a turma do 2º ano para o Laboratório de Informática. Abrimos o pbwiki de matemática em cada computador e a turma explorou o ambiente através dos jogos de classificação e seriação, posso afirmar que os alunos adoraram.
Alguns dias após, apliquei uma outra atividade, em sala de aula, que contempla Números e Operações, através de uma Gincana chamada “Contas de cabeça com base”, experiência esta, bem marcante.
Esta interdisciplina está contribuindo diretamente na prática em sala de aula, além de propiciar diversos conhecimentos indispensáveis para o ensino desta.
Beijocas!!

Interdisciplinas do 4º semestre

No decorrer do andamento das atividades das disciplinas que compõem o 4º semestre do curso de Pedagogia, Representação do Mundo pela Matemática, pelas Ciências Naturais, pelos Estudos Sociais, Seminário Integrador IV e TICS, percebi que mais uma vez a coordenação do curso organizou-as de forma muito integrada, onde se completam umas com as outras. Por exemplo, ambas as disciplinas contemplam estudos sobre a classificação, sendo que cada uma na sua especificidade. Entretanto, os trabalhos envolvendo este conceito nas mais diversas interdisciplinas, ganham mais pertinência, nexo e “corpo”.
Está sendo muito interessante trabalhar com estas interdisciplinas, onde há algumas bem direcionadas ao trabalho nas séries iniciais. Estão contribuindo para nossos planejamentos e conhecimentos, enriquecendo nossa prática em sala de aula.

3 de abr. de 2008

Relato da apresentação da Síntese do 3º Semestre

Elaborar a síntese escrita das aprendizagens decorrentes no 3º semestre não foi uma tarefa difícil, pois bastava organizar as postagens que já vinham sendo realizadas ao longo do corrente semestre, no portfólio de aprendizagens.
O que destaco é o fato da apresentação oral causar sentimentos distintos. No período anterior a apresentação, a ansiedade e o nervosismo já tomavam conta de mim, criando toda uma expectativa nesta prática, porque se tratava de um publico não familiar.
Quando cito “público não familiar” refiro-me as pessoas que não fazem parte da minha rotina, alunos, colegas de trabalho e familiares, do convívio diário. O fato de existir uma “banca” para avaliar foi uma situação nova e pertinente para meu crescimento.
Através deste trabalho pude me colocar com no lugar dos alunos, percebendo como nos sentimos de fato no momento em que estamos sendo avaliados.
Esta experiência foi de grande valia, favorecendo para que eu superasse mais este desafio, e ainda, percebi a importância desta prática como exercício indispensável a nossa formação como educadores.
Precisamos exercitar nossa capacidade de síntese, tanto escrita quanto oral!!!!
Com certeza, na próxima apresentação sentir-me-ei mais a vontade, embora reconheça que o nervosismo não durou mais que alguns minutos, nos primeiros momentos desta prática, depois fui desenvolvendo minha oralidade sem constrangimento.
Foi de fato uma dificuldade superada, mais um desafio vencido!!!!!!