15 de abr. de 2008

Trabalhando com a Representação do Mundo pelas Ciências Naturais

Apliquei com os alunos a atividade 1 da interdisciplina de Ciências, que sugeria o desenho de diversos nomes que representam parte do mundo a nossa volta.
Esta atividade despertou curiosidades diversas nos alunos, onde as palavras que desconheciam seu significado, ou sua representação “figurativa” foram alvo de muitas perguntas e interesse. Também serviu para sabermos o que a criança tem como conhecimento prévio, para a partir daí, podermos introduzir o trabalho com ciências não só nas séries iniciais, pois percebemos que pode ser trabalhado com diversas séries. Houve o interesse das colegas em aplicar esta atividade nas suas turmas, e gostaram do resultado.
Surgiu então o interesse por parte dos colegas para que eu compartilhe as atividades sugeridas no curso!!!

14 de abr. de 2008

Na prática com a Matemática

Na semana passada, realizei algumas práticas em sala de aula com atividades sugeridas pela interdisciplina de matemática.
Levei a turma do 2º ano para o Laboratório de Informática. Abrimos o pbwiki de matemática em cada computador e a turma explorou o ambiente através dos jogos de classificação e seriação, posso afirmar que os alunos adoraram.
Alguns dias após, apliquei uma outra atividade, em sala de aula, que contempla Números e Operações, através de uma Gincana chamada “Contas de cabeça com base”, experiência esta, bem marcante.
Esta interdisciplina está contribuindo diretamente na prática em sala de aula, além de propiciar diversos conhecimentos indispensáveis para o ensino desta.
Beijocas!!

Interdisciplinas do 4º semestre

No decorrer do andamento das atividades das disciplinas que compõem o 4º semestre do curso de Pedagogia, Representação do Mundo pela Matemática, pelas Ciências Naturais, pelos Estudos Sociais, Seminário Integrador IV e TICS, percebi que mais uma vez a coordenação do curso organizou-as de forma muito integrada, onde se completam umas com as outras. Por exemplo, ambas as disciplinas contemplam estudos sobre a classificação, sendo que cada uma na sua especificidade. Entretanto, os trabalhos envolvendo este conceito nas mais diversas interdisciplinas, ganham mais pertinência, nexo e “corpo”.
Está sendo muito interessante trabalhar com estas interdisciplinas, onde há algumas bem direcionadas ao trabalho nas séries iniciais. Estão contribuindo para nossos planejamentos e conhecimentos, enriquecendo nossa prática em sala de aula.

3 de abr. de 2008

Relato da apresentação da Síntese do 3º Semestre

Elaborar a síntese escrita das aprendizagens decorrentes no 3º semestre não foi uma tarefa difícil, pois bastava organizar as postagens que já vinham sendo realizadas ao longo do corrente semestre, no portfólio de aprendizagens.
O que destaco é o fato da apresentação oral causar sentimentos distintos. No período anterior a apresentação, a ansiedade e o nervosismo já tomavam conta de mim, criando toda uma expectativa nesta prática, porque se tratava de um publico não familiar.
Quando cito “público não familiar” refiro-me as pessoas que não fazem parte da minha rotina, alunos, colegas de trabalho e familiares, do convívio diário. O fato de existir uma “banca” para avaliar foi uma situação nova e pertinente para meu crescimento.
Através deste trabalho pude me colocar com no lugar dos alunos, percebendo como nos sentimos de fato no momento em que estamos sendo avaliados.
Esta experiência foi de grande valia, favorecendo para que eu superasse mais este desafio, e ainda, percebi a importância desta prática como exercício indispensável a nossa formação como educadores.
Precisamos exercitar nossa capacidade de síntese, tanto escrita quanto oral!!!!
Com certeza, na próxima apresentação sentir-me-ei mais a vontade, embora reconheça que o nervosismo não durou mais que alguns minutos, nos primeiros momentos desta prática, depois fui desenvolvendo minha oralidade sem constrangimento.
Foi de fato uma dificuldade superada, mais um desafio vencido!!!!!!

31 de mar. de 2008

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO

Linha do tempo

LINHA DO TEMPO VIRTUAL

Uffa, dessa vez, criar uma linha do tempo não foi uma tarefa muito fácil, pois o fato de ser “virtual” tem suas dificuldades, melhor dizendo, “minhas” dificuldades.
Foi uma tarefa “relâmpago”, ou seja, extensa, com pouco prazo, que tecnologicamente apresenta certo grau de exigência, é um ambiente totalmente desconhecido para mim e a página é toda em inglês.
A leitura do texto Informática Educativa no Brasil: “Uma história vivida, algumas lições aprendidas”, escrito por Maria Cândida Moraes foi tranqüila, clara e bem objetiva. O que chamo a atenção é o fato de quanto é frustrante tentar realizar atividades sem maiores conhecimentos, pois embora tenha sido “concluída”, a incerteza continua quanto a validade e a coerência da mesma.
Espero ter atingido o objetivo desta atividade, pois sinceramente, não tenho certeza se era desta forma que a linha do tempo deveria ser elaborada.
Realmente foi um grande desafio!!!!!

12 de nov. de 2007

Aulas ministradas a partir de uma nova postura...

A partir do comentário da professora Nádie, farei alguns registros com exemplos de aulas ministradas por mim, através das novas posturas que as interdisciplinas vêm proporcionando-me ao longo do curso...
...Em relação ao ensino da arte, minhas aulas passaram a valorizar a apreciação e a contextualização histórica, antes não valorizada. Deixei de lado a idéia da necessidade extrema de confecção ou criação de algo para tornar válida a prática em artes. Passei a dar o devido valor a cultura visual, a apreciar e dar oportunidade aos alunos a exercitarem esta prática. Hoje, as aulas referentes ao ensino da arte são bem mais pensadas e elaboradas, procurando contemplá-las, integralmente.
Agora as aulas contam com estudos sobre a obra, nome do autor, descrições, interpretação, contextualização, apreciação, releitura, e criação de trabalhos.
Por exemplo, esta aula a seguir descrita, dá idéia do que venho relatando:
Embora o currículo escolar não contemple a arte das diferentes culturas, indígena, africana e popular, o professor tem a autonomia para trabalhá-las em nossa sala de aula, pois os conhecimentos mediados com nossos alunos dependem do que estamos propondo, o porquê, como, para quem e para quê estamos oferecendo-o. Foi a partir desta lógica que achei interessante trabalhar com as três imagens da temática 4- Cultura Visual.Os alunos foram divididos em grupos de quatro componentes, recebendo todas as três imagens, onde discutiram sobre elas, o que cada uma representava, descreveram-nas oralmente para o grande grupo oralmente, por se tratar de alunos com faixa etária entre seis e 7anos, não dominam a escrita. Logo após levantarmos muitos questionamentos sobre as mesmas, fizemos uma visita até a biblioteca, onde cada aluno teve acesso a livros que compõe as mais diversas obras e seus respectivos artistas, fez a escolha de uma obra específica, onde em círculo apresentou-a a seus colegas, descrevendo-a, interpretando-a com trocas de idéias entre eles, e logo, li e identifiquei para eles o artista, o nome da obra e suas descrições. Para finalizar a atividade do dia, cada aluno escolheu um tema e representaram-o com uma “pintura em tela” (folha de ofício), com materiais de livre escolha, tinta, giz de cera, lápis de cor, colagens, recortes, etc. Os trabalhos ficaram lindos! Basta agora, dar seqüência nesta atividade, para explorarmos cada vez mais os conhecimentos de artes na escola. Eu espero que esta aula tenha de fato contemplada a cultura visual, pois os objetos das obras foram analisados em comparação, articulando o trabalho com semelhanças e diferenças. Atingiu a proposta triangular, através da apreciação, do conhecimento da arte, da contextualização histórica e da criação, além do trabalho com o multiculturalismo através da diversidade das obras exploradas nesta atividade.Espero ter atingido os objetivos desta temática da mesma forma que procuro ter acrescentado a todos os envolvidos em minha sala de aula. Esta foi apenas uma atividade aplicada com os alunos, embora saibamos que há inúmeras possibilidades de trabalhar a arte como conhecimento, com uma postura condizente com que a arte merece no contexto escolar.

8 de nov. de 2007

Música!!!!!!

Esta semana fui surpreendida com o Bloco9 da interdisciplina de música, com o texto “Por que ouvimos tanta porcaria?”.
Às vezes tenho a sensação de que minha visão crítica frente ao mundo que nos cerca esteve um tanto adormecida ao longo dos tempos.
Lamento muito ter ficado alguns anos sem contato direto com os estudos, pois tenho a impressão, ou melhor, a certeza de ter “perdido” muito em relação a conhecimento.
Bom, através desta riquíssima leitura, retirada de um artigo da revista Aplauso, passei a perceber o quanto nos tornamos “imbecis” frente a muitas questões, pois não exercitamos nossa criticidade, curiosidade de investigar o que há por traz daquilo que lemos, vimos, ouvimos, etc.
Até então não havia percebido como o sistema da indústria fonográfica foi montada, e o pior, qual a sua real intenção.
É muito importante tomarmos consciência de fato destas questões, e principalmente permitir que outras pessoas fiquem a par, pois não só a mídia tem lugar privilegiado na vida das pessoas, nós professores também temos. A escola é um ótimo meio para que esta consciência seja construída.
Mesmo que parece ser desleal tal privilégio, compete a nós propiciarmos estas reflexões. É neste sentido que penso que eu já deveria ter esta consciência e tais conhecimentos, é angustiante perceber que muitas coisas passam despercebidas em minha vida, assim como de outras pessoas.
A indústria fonográfica merece um adjetivo, se assim possamos dizer, mais coerente com o papel que exerce, com direito a uma sutil rima: Indústria fonográfica, auditivamente pornográfica.
Que horror!!!!!!!!!!

30 de out. de 2007

As interdisciplinas

Teatro, assim como a interdisciplina de Arte, Música, Ludicidade e Literatura estão trazendo uma nova visão para nossas práticas pedagógicas em sala de aula.
Ficam as maiores evidências aqui registradas: a nova concepção de teatro, as condições básicas da teatralidade e sua potencialidade, a improvisação, os jogos dramáticos, a expressividade, o movimento corporal, a intencionalidade e os elementos fundamentais, texto, ator, público ou platéia, além de toda sua trajetória no âmbito escolar.
A evidência do conceito de música nos permite afirmar como sonoridade e tons, antes não percebidos... o brincar com toda sua relevância e ainda como apropriar-se de habilidades condizentes à uma bela contação de histórias.
Estas reflexões trazem em síntese marcas que venho adquirindo nesta breve caminhada com tais interdisciplinas...onde os alunos já demonstram maior entusiasmo nas aulas em função desta nova direção assumida através dos conhecimentos que estamos sendo contemplados.

25 de out. de 2007

Ludicidade e suas aprendizagens significativas...

A interdisciplina de Ludicidade vem trazendo conceitos e teorias muito importantes para o nosso ofício e para a nossa vida.
É necessário conhecermos as diferentes perspectivas que o brincar assume: educativa, competitiva, clínica, etc. diferentemente da perspectiva lúdica.
Precisamos promover mais espaço a ludicidade em nossa sala de aula e também em nossa vida, rompendo barreiras e quebrando tabus.
As interdisciplinas de artes, ludicidade, música, literatura e teatro se mesclam de tal forma que há textos e dissertações que nos causam “confusões”, pois abrangem muitas semelhanças, estando diretamente ligados, em especial, no âmbito educacional.
São algumas reflexões como estas que indagam a registrar tais dissertações.