No Eixo VIII fomos contemplados com duas Interdisciplinas: Seminário Integrador VIII voltado ao registro e publicação no Blog Portfólio das reflexões realizadas durante o decorrer do Estágio, e também apela Interdisciplina Estágio supervisionado em docência, no meu caso, em Docência de 6 a 10 anos, visto que minha prática de Estágio se deu com uma turma de 2º ano do Ensino Fundamental de 9 anos, com alunos entre 6 e 9 anos de idade, numa turma composta por 16 alunos na Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari, localizada na zona rural do município de Três Cachoeiras.
O Eixo temático do 8º semestre do Curso de Pedagogia a distância da UFRGS enfocou Prática Pedagógica e Currículo, onde passamos a experienciar teorias, testar teorias na prática, observar as práticas segundo as teorias estudadas, realizar pesquisas, enfim.
Com relação ao TCC, constato que esta estrutura foi fundamental para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, pois foi exatamente por meio da prática de estágio que a pergunta central do TCC surgiu, foi com a experiência de estágio que nasceram algumas inquietações, curiosidades e desejos. Através da prática de estágio percebi o quanto todas as Interdisciplinas do Curso tiveram relevância na minha formação docente, pois no dia a dia surgem desafios em sala de aula que necessitam de uma boa base teórica e metodológica para darmos conta da demanda que hoje temos na escola, visto que, a diversidade está presente no nosso contexto diário, e temos de saber lidar com tal.
Muitas vezes tive de decorrer aos estudos realizados no decorrer de todo o curso, assim, como, neste momento de construção do TCC, o resgate das contribuições das Interdisciplinas também são essenciais e necessários para a elaboração deste.
Com certeza, a prática de estágio proporcionada no Eixo VIII foi a base de origem do meu TCC, foi o momento de muitas aprendizagens, experiências que dão todo o suporte para uma formação de qualidade.
Aproveito este momento, para agradecer e parabenizar a todos os envolvidos nesta proposta do Curso de Pedagogia a distância da UFRGS do pólo de Três Cachoeiras pelo “sucesso” obtido, obrigado aos colegas, tutores, professores, coordenação, gerente de pólo, representantes discentes, e outros que de alguma forma estiveram contribuindo para que chegássemos até aqui.
Muito obrigado!!!
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31 de out. de 2010
29 de mar. de 2010
Repensar é a proposta...
Há algum tempo, em especial neste mês de março, venho refletindo e repensando acerca do Curso de Pedagogia, suas interdisciplinas e proposta, também sobre o estágio que estarei realizando nos próximos meses e fundamentalmente na prática pedagógica, no “ser educadora”.
Repensando minha trajetória desde o 1º semestre sinto-me um tanto aflita por não ter certeza se contemplarei as teorias por mim estudadas, ou melhor, se absorvi plenamente a proposta um tanto inovadora de realizar uma prática pedagógica mais “inclusiva”, atendendo a toda diversidade presente em sala de aula.
Neste período, as incertezas são inúmeras, as angústias, anseios pairam a todo o tempo em minhas reflexões...
As expectativas para a prática de estágio têm sabor de desafio, de quebra de paradigmas, de rompimento do velho atrelada ao desejo de fazer diferente.
Minhas “certezas temporárias” trazem consigo o desejo de atender as “necessidades” dos alunos, de trazer uma proposta pedagógica prazerosa, onde juntos aprenderemos, construiremos conhecimentos, ampliaremos nossa visão de mundo e muito mais!
O exercício de repensar me parece ser o grande segredo para avançarmos enquanto educadores, ação e reflexão para nova ação... é desta forma que vamos desenhando e redesenhando o caminho a seguir.
A aula presencial do dia 22 de março com a Coordenação do Curso trouxe um pouco de tranqüilidade quanto a supervisão de estágio, muitas vezes, considerada o “bicho papão”, e é neste momento de avaliação que compreendemos por meio da própria experiência aquilo que muitas vezes produzimos no ambiente escolar. Avaliar parece ser menos doloroso do que ser avaliado, e é desta “avaliação” que devemos repensar e refletir com muita seriedade, pois a mesma deve fazer parte da prática em sala com nossos alunos como parte do processo, e nem sempre esta é a postura assumida.
Pensar e repensar a avaliação, o processo de construção do conhecimento de cada aluno, a prática pedagógica propiciada e uma série de outras questões presentes no contexto escolar são uma atitude saudável e necessária quando pretendemos ser coerente.
Penso, contudo, que são das reflexões que nascem novas ações, e por isso não pretendo parar de repensar sobre minhas ações!
Repensando minha trajetória desde o 1º semestre sinto-me um tanto aflita por não ter certeza se contemplarei as teorias por mim estudadas, ou melhor, se absorvi plenamente a proposta um tanto inovadora de realizar uma prática pedagógica mais “inclusiva”, atendendo a toda diversidade presente em sala de aula.
Neste período, as incertezas são inúmeras, as angústias, anseios pairam a todo o tempo em minhas reflexões...
As expectativas para a prática de estágio têm sabor de desafio, de quebra de paradigmas, de rompimento do velho atrelada ao desejo de fazer diferente.
Minhas “certezas temporárias” trazem consigo o desejo de atender as “necessidades” dos alunos, de trazer uma proposta pedagógica prazerosa, onde juntos aprenderemos, construiremos conhecimentos, ampliaremos nossa visão de mundo e muito mais!
O exercício de repensar me parece ser o grande segredo para avançarmos enquanto educadores, ação e reflexão para nova ação... é desta forma que vamos desenhando e redesenhando o caminho a seguir.
A aula presencial do dia 22 de março com a Coordenação do Curso trouxe um pouco de tranqüilidade quanto a supervisão de estágio, muitas vezes, considerada o “bicho papão”, e é neste momento de avaliação que compreendemos por meio da própria experiência aquilo que muitas vezes produzimos no ambiente escolar. Avaliar parece ser menos doloroso do que ser avaliado, e é desta “avaliação” que devemos repensar e refletir com muita seriedade, pois a mesma deve fazer parte da prática em sala com nossos alunos como parte do processo, e nem sempre esta é a postura assumida.
Pensar e repensar a avaliação, o processo de construção do conhecimento de cada aluno, a prática pedagógica propiciada e uma série de outras questões presentes no contexto escolar são uma atitude saudável e necessária quando pretendemos ser coerente.
Penso, contudo, que são das reflexões que nascem novas ações, e por isso não pretendo parar de repensar sobre minhas ações!
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